Pedras tratadas como núcleos vivos dentro de estruturas biomecânicas. Pedra da lua, granada e minerais raros incrustados em prata oxidada — contraste entre brilho e sombra.
Pedras como núcleos biomecânicos
Na linguagem Eduardo Mauss, a pedra não é decoração — é núcleo. Ela ocupa o centro da escultura como um órgão exposto, um olho cibernético, uma cápsula viva. A prata oxidada ao redor cria o contraste necessário para que a pedra "brilhe de dentro".
Pedra da lua entrega translucidez azulada e mistério; granada traz vermelho profundo e pulso quase orgânico; outros minerais entram em peças específicas como núcleos únicos.
Pedras naturais, peças únicas
Todas as pedras utilizadas são naturais. Pequenas variações de cor, inclusão e brilho são esperadas — fazem parte da assinatura natural de cada pedra. Combinadas com o caráter autoral da prata, o resultado é uma peça verdadeiramente única.